Os probióticos são microrganismos (bactérias) vivos que se administrados em quantidades razoáveis, serão benéficos à saúde do ser consumidor ou hospedeiro. Os probióticos possuem ação principalmente sobre o intestino, onde basicamente irão facilitar a digestão e a absorção dos nutrientes.

Os probióticos podem ser considerados grandes aliados da nutrição e da medicina, sendo que o consumo equilibrado de probióticos é extremamente benéfico à nossa flora intestinal e o nosso organismo. Se mantido em harmonia, diminui os riscos de adquirir algumas doenças. Essas doenças que por si só já são um problema, mas que podem piorar, pois junto das doenças vem os fármacos usados para combatê-las, que mesmo em doses pequenas podem ser considerados tóxicos ao organismo humano.

Já existem estudos que indicam que o consumo de probióticos durante os primeiros meses de vida podem reduzir o risco de futuras doenças atópicas. Esse conceito já é considerado por veterinários há algum tempo, e comprovadamente melhora o sistema imunológico dos animais.

Os microrganismos considerados probióticos são as bactérias, entre elas estão: Lactobacillus acidophillus, a Bifidobacterium e a Lactobacillus. Essas bactérias produzem antimicrobianos e antibacterianos, então fortalecem o organismo e diminuem a quantidade de microrganismos maléficos.

O criador do termo “probióticos” foi Élie Metchnikoff, em 1907, após observar que os camponeses búlgaros viviam mais que outras pessoas por consumirem mais iogurte durante a vida.

Benefícios dos probióticos

Um dos principais benefícios que os probióticos trazem ao nosso organismo é a melhora na condição imunológica. Outros exemplos de benefícios a seguir:

  • Controle ou reestruturação da microbiota intestinal
  • Melhorar a digestão

Como foi visto, os probióticos se consumidos de maneira equilibrada serão benéficos ao organismo humano (também pode ser representado por microbiota e flora intestinal), mas existe a possibilidade dos probióticos causarem efeitos colaterais aos hospedeiros ou consumidores. Pessoas que apresentam quadros de imunodeficiência, que tenham síndrome do intestino curto ou doença da válvula cardíaca e façam uso de cateteres venosos centrais estão correndo um risco maior de sofrerem por efeitos adversos.

 

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FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos

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